Eu me invento
Me contemplo
me isento
Sou sem forma exata
Uma figura ensaiada
Procurando se encontrar
Sou o tropeço da ansiedade
A muda por "conveniências"
A comedida pra não errar
Sou a que se anula
pra amar
Sou preocupada
com que nada tenho que me preocupar
Padrões,predefinições
Sou a busca de mim
no vazio, na escuridão
Me falta melhores planos
outros pensamentos
menos pequenos
preciso crescer
e melhor me aceitar
preciso enxergar
e deixar de me cegar
preciso aprender
preciso entender como sou
e meu jeito de ser
sem tanto me cobrar...
Sou filha, sou irmã, sou tia, sou amiga, sou mulher, sou menina
Essa que teima em mim estar
e que me faz ser a minha melhor versão
Sem erros, sem cobranças, só rindo boba feito criança...
Gosto dela, gosto desse "quem sou eu"
Ela é a parte do melhor que sou.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Por Dennea...
"Podem existir amizades ruins
Mas pode estar nascendo uma muito bonita
Não duvide da sua luz
Porque com certeza ela só está ofuscada
Se cuide!"
Dennea Coutinho
Muito obrigada pelas lindas palavras, pelo carinho, pela sensibilidade, pode não ser aqueles versos de chorar (você vai entender), mas me fizeram ficar emocionada, de verdade.
Amizade que assim esteja nascendo...retribuição e carinho.
Agradecimentos mil...
Mas pode estar nascendo uma muito bonita
Não duvide da sua luz
Porque com certeza ela só está ofuscada
Se cuide!"
Dennea Coutinho
Muito obrigada pelas lindas palavras, pelo carinho, pela sensibilidade, pode não ser aqueles versos de chorar (você vai entender), mas me fizeram ficar emocionada, de verdade.
Amizade que assim esteja nascendo...retribuição e carinho.
Agradecimentos mil...
A carta (parte 3)
"Flores",
(...)
Mas engraçado não resisti, você é alguém tão irresistível, me conquistou em um abraço, mas me tocou desde aquele primeiro sorriso, que lembras bem, eu imaginei que sonho, alguém tão incrível, tão imprevisível em me querer, mas tava lá, nos dois se conhecendo, se gostando, afinidades rolando, e pronto, teve que ser assim, não podia ser diferente, era tudo aquilo que eu sonhava, um poeta, um homem, um alguém que me fazia sentir a mais importante, a linda, a menina doce, desejada, estava me deparando com o inesperado junto do sabor de bem querer, e eu desde o início queria você.
O que me deixava sempre encantada era como conseguia me ler tão bem, em tão pouco tempo, parecia que tinha alguma espécie de manual que nem eu mesma sabia que existia, conheceu coisas em mim e me fez descobrir outros lados meus, ainda não conhecidos, tava despertando meu lado mulher, outros sentimentos, outros desejos, prazeres. (...)
Julia Pereira
(...)
Mas engraçado não resisti, você é alguém tão irresistível, me conquistou em um abraço, mas me tocou desde aquele primeiro sorriso, que lembras bem, eu imaginei que sonho, alguém tão incrível, tão imprevisível em me querer, mas tava lá, nos dois se conhecendo, se gostando, afinidades rolando, e pronto, teve que ser assim, não podia ser diferente, era tudo aquilo que eu sonhava, um poeta, um homem, um alguém que me fazia sentir a mais importante, a linda, a menina doce, desejada, estava me deparando com o inesperado junto do sabor de bem querer, e eu desde o início queria você.
O que me deixava sempre encantada era como conseguia me ler tão bem, em tão pouco tempo, parecia que tinha alguma espécie de manual que nem eu mesma sabia que existia, conheceu coisas em mim e me fez descobrir outros lados meus, ainda não conhecidos, tava despertando meu lado mulher, outros sentimentos, outros desejos, prazeres. (...)
Julia Pereira
Ódio
Desejaria te odiar a cada manhã
Te matar dentro de mim a cada respiração
Desejaria que os pensamentos virassem vento
Desejaria que a esperança morresse e junto dela o seu olhar
Apagar, deletar
Desmontar de mim o que resta de você
Tudo, tanto
Não quero lembrar, não quero amar
Não quero gostar, adoraria odiar
Ódio sem limites, cheio de razões
Ódio pra me fazer bem
Consolo, pleno
Desejaria me cegar de tudo que há em você
os defeitos as qualidades
Infelizmente existem qualidades
Ódio delas, pois sem elas seria tão mais fácil odiar você
Queria a indiferença, assim como você é
Queria o gosto da liberdade de você em mim
Saí da minha cabeça!
Saí do meu coração!
Por que tem que viver aqui dentro, me perturbando me matando a cada segundo?
Não me quer, por que ainda tenho que quer você?
Tola, querer sentir tanto ódio de você.
No final quem se odeia sou eu.
Ódio, daqui a pouco ele passa e eu volto de novo a pensar "bem" em você.
Julia Pereira
Te matar dentro de mim a cada respiração
Desejaria que os pensamentos virassem vento
Desejaria que a esperança morresse e junto dela o seu olhar
Apagar, deletar
Desmontar de mim o que resta de você
Tudo, tanto
Não quero lembrar, não quero amar
Não quero gostar, adoraria odiar
Ódio sem limites, cheio de razões
Ódio pra me fazer bem
Consolo, pleno
Desejaria me cegar de tudo que há em você
os defeitos as qualidades
Infelizmente existem qualidades
Ódio delas, pois sem elas seria tão mais fácil odiar você
Queria a indiferença, assim como você é
Queria o gosto da liberdade de você em mim
Saí da minha cabeça!
Saí do meu coração!
Por que tem que viver aqui dentro, me perturbando me matando a cada segundo?
Não me quer, por que ainda tenho que quer você?
Tola, querer sentir tanto ódio de você.
No final quem se odeia sou eu.
Ódio, daqui a pouco ele passa e eu volto de novo a pensar "bem" em você.
Julia Pereira
domingo, 28 de setembro de 2008
Liberdade
Amor são como pássaros em dia de verão
Livres soltos pelo céu, sem limites
Um destino qualquer
Voando pra alguma direção
Pra pousar em qualquer coração e seu ninho construir
Histórias, momentos, vivencias
Depois como um bom pássaro
Ele precisa voar
Livre, além do mar
Encontrar novos rumos, novos ninhos
outros corações pra se instalar
Mas guardando cada lembrança daquela morada
E vai de encontro com a liberdade
Amor é passarinho livre que voa a procura de um ninho
Liberdade...
Será que até eu mesma acredito em tudo que escrevo?! algumas coisas parecem belas, mas nem sempre são elas que existem dentro de nos.
(Histórias de outros mundos, outros alguéns, não eu.)
Julia Pereira
Livres soltos pelo céu, sem limites
Um destino qualquer
Voando pra alguma direção
Pra pousar em qualquer coração e seu ninho construir
Histórias, momentos, vivencias
Depois como um bom pássaro
Ele precisa voar
Livre, além do mar
Encontrar novos rumos, novos ninhos
outros corações pra se instalar
Mas guardando cada lembrança daquela morada
E vai de encontro com a liberdade
Amor é passarinho livre que voa a procura de um ninho
Liberdade...
Será que até eu mesma acredito em tudo que escrevo?! algumas coisas parecem belas, mas nem sempre são elas que existem dentro de nos.
(Histórias de outros mundos, outros alguéns, não eu.)
Julia Pereira
A carta (parte 2)
"Flores",
(...)
Te esquecer, próximo assunto da carta, te confesso, ta difícil, não consigo, esse amor ta aqui dentro de mim grudado, plantado tão fundo, que não consigo esquecer, cada momento resolve me assombrar e em te me fazer pensar, até meu sorriso, morro de vergonha dele, não gosto muito, sabe que acho eles imperfeitos, mas sei lá o que se passa na sua cabeça que aos teus olhos eles são lindos, meu jeitinho, como disse: “O dia que eu descobrir e mostrá-lo vou conquistar o mundo“, ta vendo? Até quando me deparo sorrindo, lembro de você. É difícil pois desde inicio (eu achando que conseguia ser racional) me prometi que não iria te amar, que amor não podia existir, mas não deu, como não amar alguém como você? Como não amar aquele homem tão perfeito e imperfeito, até alguns dos seus defeitos me cativavam e me encantavam, como não sentir amor por quem me doei de corpo e alma?! Tão infantil e imatura fui, pois era fatídico que amor eu iria logo logo sentir, e até o ultimo minuto que neguei, eu tava cega, porem era o medo que falava alto, sempre soube que entre nos existiam as “barreiras” os “limites”, e quando a gente ama, passamos a acreditar que eles podem desaparecer, e como te amar e não te querer? Impossível. (...)
Julia Pereira
"Guardo pra te dar as cartas que eu não mando, conto por contar e deixo em algum canto..." (Leoni)
(...)
Te esquecer, próximo assunto da carta, te confesso, ta difícil, não consigo, esse amor ta aqui dentro de mim grudado, plantado tão fundo, que não consigo esquecer, cada momento resolve me assombrar e em te me fazer pensar, até meu sorriso, morro de vergonha dele, não gosto muito, sabe que acho eles imperfeitos, mas sei lá o que se passa na sua cabeça que aos teus olhos eles são lindos, meu jeitinho, como disse: “O dia que eu descobrir e mostrá-lo vou conquistar o mundo“, ta vendo? Até quando me deparo sorrindo, lembro de você. É difícil pois desde inicio (eu achando que conseguia ser racional) me prometi que não iria te amar, que amor não podia existir, mas não deu, como não amar alguém como você? Como não amar aquele homem tão perfeito e imperfeito, até alguns dos seus defeitos me cativavam e me encantavam, como não sentir amor por quem me doei de corpo e alma?! Tão infantil e imatura fui, pois era fatídico que amor eu iria logo logo sentir, e até o ultimo minuto que neguei, eu tava cega, porem era o medo que falava alto, sempre soube que entre nos existiam as “barreiras” os “limites”, e quando a gente ama, passamos a acreditar que eles podem desaparecer, e como te amar e não te querer? Impossível. (...)
Julia Pereira
"Guardo pra te dar as cartas que eu não mando, conto por contar e deixo em algum canto..." (Leoni)
sábado, 27 de setembro de 2008
A Carta...
“Flores”,
(...)
Lembro como se fosse hoje do dia em que as flores passaram a fazer lembrar você, ainda éramos amigos, desconhecidos se conhecendo, criando afeto, histórias, afinidades, foi o começo pra acabar como acabou, acabar em eu apaixonada por você, fugindo desse bem querer, “Que loucura, que viagem, que besteira, ta doida?!” nossa eu me critiquei e indaguei milhares de vezes, mas você veio com outras palavras, outros olhares, não tive como resistir. Quando te dei pela primeira vez aquela flor, queria te fazer sorrir, ver seus olhos tão fortes brilharem e ver que eu estava te causando isso, mas elas foram apenas um pressagio pra mais tarde eu perceber, sentir, que elas e você tinham tanto em comum, uma leveza, uma pureza, criaturas de Deus, da natureza, belo e belas, você é como elas. Não adianta todas as vezes que uma flor eu me deparar será como se eu estivesse vendo aquele sorriso, aquele olhar, vendo você na minha frente.(...)
Julia Pereira
(...)
Lembro como se fosse hoje do dia em que as flores passaram a fazer lembrar você, ainda éramos amigos, desconhecidos se conhecendo, criando afeto, histórias, afinidades, foi o começo pra acabar como acabou, acabar em eu apaixonada por você, fugindo desse bem querer, “Que loucura, que viagem, que besteira, ta doida?!” nossa eu me critiquei e indaguei milhares de vezes, mas você veio com outras palavras, outros olhares, não tive como resistir. Quando te dei pela primeira vez aquela flor, queria te fazer sorrir, ver seus olhos tão fortes brilharem e ver que eu estava te causando isso, mas elas foram apenas um pressagio pra mais tarde eu perceber, sentir, que elas e você tinham tanto em comum, uma leveza, uma pureza, criaturas de Deus, da natureza, belo e belas, você é como elas. Não adianta todas as vezes que uma flor eu me deparar será como se eu estivesse vendo aquele sorriso, aquele olhar, vendo você na minha frente.(...)
Julia Pereira
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